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Estudo sobre impactos da falta de saneamento na vida das mulheres brasileiras é apresentado em evento da ONU em Genebra

27 de novembro de 2018

 

A presidente da BRK Ambiental, Teresa Vernaglia, falou em painel do United Nations Forum on Business and Human Rights, da ONU, sobre os principais resultados da pesquisa, que mostrou que uma em cada quatro mulheres brasileiras não tem acesso adequado à água tratada e à coleta de esgoto

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A presidente da BRK Ambiental, Teresa Vernaglia, participou hoje do maior encontro empresarial voltado a direitos humanos do mundo, o United Nations Forum on Business and Human Rights, realizado pela ONU em Genebra, na Suíça, até o dia 28 de novembro. Teresa fez uma exposição dos principais resultados da pesquisa “Saneamento e a vida da mulher brasileira”, uma inciativa da BRK em parceria com o Instituto Trata Brasil e apoio do Pacto Global.

O estudo mostrou que uma em cada quatro mulheres brasileiras não tem acesso adequado a água tratada e coleta de esgoto e que a universalização desses serviços tiraria imediatamente 635 mil mulheres da pobreza, a maioria jovens e negras. 

Lançada em outubro, a pesquisa evidencia que o imenso déficit de saneamento básico no Brasil atinge homens e mulheres, mas tem efeitos mais intensos na população feminina. Quando há falta de água em casa ou quando alguém da família adoece em decorrência da falta de saneamento, em geral a rotina das mulheres é mais afetada – o impacto desses problemas no tempo produtivo delas é 10% maior que o dos homens.

“O propósito da BRK é contribuir ativamente para que o Brasil consiga alcançar a meta de garantir os serviços de água e esgoto para todos os brasileiros e brasileiras até 2033. Somos parte desse compromisso”, diz Teresa Vernaglia. Ela lembra que para mudar esse triste quadro, que atinge 27 milhões de mulheres, é necessário um esforço conjunto e urgente dos setores público e privado.

Para cumprir a meta do Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), lançado em 2013 pelo Governo Federal, estudos do setor mostram que o Brasil necessitaria de investimentos da ordem de R$ 20 bilhões por ano contra os R$ 11,5 bilhões investidos em 2016.

A presidente da BRK também chama a atenção para o impacto do saneamento na vida da mulher em diversos aspectos, desde a qualidade de vida até os efeitos negativos em sua renda. A autonomia financeira para a igualdade de gênero e para o empoderamento da mulher estão previstos no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 da Agenda 2030 da ONU.

 

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