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A cada real investido em saneamento básico, outros R$ 4 são economizados na rede pública de saúde

 

No último 5 de agosto, foi celebrado no Brasil o Dia Nacional da Saúde. A data tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da educação sanitária, despertando na população o valor da saúde. A data é oportuna também para lembrar da relação entre saúde e saneamento básico - área que ainda é um enorme desafio para o Brasil. No país, metade da população não tem acesso aos serviços de esgotamento sanitário, o que coloca milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade.

Médicos, sanitaristas e pesquisadores de diversas áreas já comprovaram que os investimentos em saneamento básico desempenham um papel fundamental no avanço da saúde pública, reduzindo a incidência de doenças como diarreias, hepatite A, leptospirose e dengue. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a cada R$ 1 real investido, outros R$ 4 são economizados no sistema de saúde.

De acordo com a especialista em Clínica Médica, doutora Andressa Grilo, de Cachoeiro de Itapemirim (ES), a falta de saneamento básico é uma das principais formas de contágio de diversas doenças. O contato com água suja, esgoto a céu aberto e rios contaminados levam a internações e afastamentos por doenças como as infecções gastrointestinais, por exemplo. “Por isso, saúde e saneamento básico estão intimamente ligados”, destaca a médica.

“O déficit de saneamento é um dos fatores determinantes para a taxa de internação por diarreia, importante indicador de qualidade de vida e saúde”, diz Herbert Dantas, diretor da BRK Ambiental em Uruguaiana (RS), empresa responsável pelos serviços de saneamento da cidade. “Por isso temos que investir na universalização dos serviços”.

Segundo estudo realizado pelo Trata Brasil, uma cidade saneada, ou seja, com acesso universal a água e esgoto, tem, em média, 17 internações por diarreia por ano para cada 100 mil habitantes. Já as cidades sem acesso a estes serviços, a média é de 111 internações para cada 100 mil habitantes.

Diferentemente de boa parte dos municípios brasileiros, onde o saneamento básico é ainda um enorme desafio, o que coloca milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade, Cachoeiro de Itapemirim acaba de comemorar um marco, com a concessão dos serviços de água e esgoto tendo completado, no mês de julho, 20 anos de atuação, com indicadores que são considerados exemplos.

O município foi um dos primeiros no país a recorrer à iniciativa privada para elevar os índices de saneamento básico. No início da concessão, em 1998, a cidade contava com apenas 5% do esgoto tratado e o abastecimento de água era deficitário em diversas regiões do município. Hoje, 99,57% da população de Cachoeiro de Itapemirim é abastecida com água potável. A cidade ainda conta com 98,06% do esgoto coletado, dos quais 98,47% são tratados.

Já em Uruguaiana, desde 2011 a BRK Ambiental trabalha para elevar os índices de saneamento do município, que passaram de 9% para os atuais 94% em atendimento em esgoto. Com o objetivo de promover a cultura do saneamento junto à população, semanalmente a empresa realiza ações de educação ambiental nas escolas, instituições, empresas e universidades.

No estado do Tocantins, a BRK Ambiental avança com mais uma iniciativa de inclusão e acessibilidade para seus clientes. Atendentes da concessionária em Palmas passarão por um curso para aprender a Linguagem Brasileira de Sinais, que é a segunda língua oficial do Brasil.

O Curso de Capacitação em Libras, realizado pelo Instituto Federal do Tocantins (IFTO), terá carga horária de 40 horas, com conteúdo focado em atendimento ao público, com especificidades nos serviços de saneamento básico prestados pela BRK Ambiental.

Para Rodrigo Lacerda, gerente operacional da BRK Ambiental no estado, a iniciativa reforça a vontade de tornar o atendimento da empresa mais receptivo. “É uma questão de proporcionar o melhor atendimento de forma que todos os nossos clientes possam ser bem recebidos, receber orientações, conversar com nossos atendentes sem que a língua seja uma barreira”, frisa.

Fatura em braile

No início do mês passado, a BRK Ambiental também iniciou o serviço de emissão de fatura em braile no estado, em parceria com a Coordenação de Educação Inclusiva e Diversidade do IFTO, garantindo a acessibilidade e a independência destes clientes.

Para o presidente da Associação dos Deficientes Visuais do Estado do Tocantins, Euler Rui Barbosa, a iniciativa deve inspirar outros prestadores de serviço. “A BRK Ambiental tem uma atitude que é motivadora para que outras instituições sigam o exemplo e promovam cidadania”, afirma.

Barbosa, que é advogado e professor, é cego e considera que, em meio ao universo de possibilidade de comunicação, as iniciativas de inclusão merecem ter mais destaque. “A fatura em braile é um ótimo exemplo. Ela ajuda a pessoa cega a se comunicar de forma independente. É preciso romper as barreiras arquitetônicas, de comportamento e também de comunicação e acesso à informação”, avalia.

Como ter acesso?

Para receber a fatura em braile, o cliente pode entrar em contato com a empresa através do telefone 0800 6440 195 e informar que deseja receber a fatura traduzida para o braile e solicitar o cadastro. No atendimento presencial da empresa em Palmas, localizado nos prédios do Resolve Palmas de Taquaralto e da Avenida JK, também é possível solicitar o serviço e tirar dúvidas.

Segundo a entidade, a falta de investimentos é o principal entrave para atingir a meta de universalização até 2033. BRK Ambiental vai investir R$ 7 bilhões nos próximos anos

Estudo divulgado nesta semana pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta a falta de investimentos como o principal entrave para o desenvolvimento do Saneamento Básico no País. Segundo o levantamento, a média de recursos investidos no setor nos últimos oito anos é insuficiente para garantir a universalização do sistema até 2033, como prevê o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). O documento aponta que a parceria com empresas do setor privado pode ser decisiva para expansão do setor e a melhoria da qualidade dos serviços no Brasil.

“Os investimentos da iniciativa privada serão fundamentais para superar os desafios e caminharmos em busca da meta do governo para universalização do saneamento básico”, afirma Teresa Vernaglia, presidente da BRK Ambiental, a maior empresa privada do setor no País, que está presente em mais de 180 municípios. Em 2018, a empresa anunciou investimentos de R$ 7 bilhões para os próximos cinco anos, que serão aplicados em suas operações no território nacional.

De acordo com a CNI, os modelos de concessão e parcerias público-privadas (PPPs) ainda enfrentam uma série de resistências, entre elas a de que o setor privado atua apenas em grandes municípios e que as tarifas privadas são significativamente maiores na comparação com as tarifas públicas. O estudo, porém, aponta que 72% das cidades atendidas por empresas privadas têm menos de 50 mil habitantes, e as tarifas são em média R$ 0,11 centavos superiores às praticadas pelas companhias estaduais. O estudo revela também que as companhias privadas apresentam indicadores de produtividade 5,4% superiores à média nacional e que a qualidade da água é maior que do que a das empresas públicas.

Segundo o levantamento, o setor de Saneamento Básico recebeu investimentos anuais de R$ 13,6 bilhões em média ao longo dos últimos oito anos. Para atingir a universalização até 2033, a CNI aponta que seria necessário ampliar esse volume em 62%, totalizando R$ 21,6 bilhões por ano. No ritmo atual, segundo o estudo, só será possível levar Saneamento Básico à toda população apenas depois de 2050. Hoje, apenas 50% do esgoto produzido no Brasil é tratado, segundo dados do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (SNIS).

Outro dado que chama bastante atenção é a participação das empresas privadas no setor, que representam 6% do total, atendendo a 9% da população, mas com investimentos que atualmente correspondem a 20% do total investido. O estudo também destaca o impacto que a ampliação dos serviços de Saneamento Básico tem na valorização de imóveis, no aumento da produtividade dos trabalhadores e, principalmente, na saúde da população.

Limeira, Santa Gertrudes, Mauá, Rio Claro e Cachoeiro de Itapemirim estão bem colocadas no ranking da Abes, que reuniu dados de quase 2 mil municípios do País

São Paulo, 14 de junho de 2018 – Limeira (SP), Santa Gertrudes (SP), Mauá (SP), Rio Claro (SP) e Cachoeiro de Itapemirim (ES) aparecem com destaque no Ranking ABES da Universalização do Saneamento 2018, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), que foi divulgado ontem (13/06). Essas cidades são atendidas pela BRK Ambiental, a maior empresa privada de Saneamento Básico do País, e que investirá R$ 7 bilhões no setor ao longo dos próximos cinco anos.

O levantamento da ABES cruzou os dados de acesso dos brasileiros aos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto, além da porcentagem de coleta e destinação de resíduos sólidos em quase 2 mil municípios – e as 27 capitais. Eles foram divididos em municípios de grande porte (acima de 100 mil habitantes) e de pequeno e médio porte (abaixo de 100 mil habitantes). O ranking abrange 100% das cidades que forneceram dados ao Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), um indicador utilizado pelo Ministério das Cidades.

Dos municípios operados pela BRK Ambiental, Limeira e Santa Gertrudes, com 100% e 99,7% de esgoto tratado, respectivamente, foram os que mais se destacaram. Ambas foram incluídas no grupo de municípios de maior pontuação no ranking geral, com serviços classificados como “Rumo à Universalização”. Em seguida, o ranking mostra Rio Claro, Mauá e Cachoeiro de Itapemirim, no segmento “Compromissos com a Universalização”. Como os dados referem-se a 2016, último levantamento feito pelo SNIS, os municípios, ao longo desses dois anos, promoveram melhorias nos seus respectivos sistemas, aumentando o atendimento à população.

O ranking também dividiu as cidades por pontuação em cada um dos itens analisados. Rio Claro atingiu a máxima pontuação no que diz respeito a coleta do esgoto (está entre os trinta municípios melhores avaliados neste serviço), enquanto Limeira aparece em destaque no segmento tratamento de esgoto.

Outras cidades atendidas ou que contam com a participação da BRK Ambiental foram mencionadas no terceiro grupo, de “Empenho à Universalização”. São elas as cidades tocantinenses de Aguiarnópolis, Augustinópolis, Araguaína, Carrasco Bonito, Colinas do Tocantins, Guaraí,  Palmas e Paraíso do Tocantins; as goianas Aparecida de Goiânia, Rio Verde e Jataí; Blumenau, em Santa Catarina; Paço do Lumiar, no Maranhão; além de Recife (PE), onde a BRK Ambiental opera os serviços de esgoto, em parceria com a Compesa, e Rio de Janeiro (RJ), onde a empresa é responsável pelos serviços em 21 bairros da Zona Oeste da cidade.

Saneamento x saúde da população

O ranking da ABES também usa dados do DataSUS, do Ministério da Saúde, para fazer uma correlação entre a pontuação alcançada pelos municípios e a taxa de internações relacionadas a doenças provocadas pela falta de saneamento, a DRSAI (diarreias, febres entéricas, hepatite A, entre outras).

De acordo com o levantamento, as cidades mais bem colocadas no ranking tendem a apresentar menor número de internações por essas doenças. Em Rio Claro, a taxa registrada foi de 5,46 internações para cada 100 mil habitantes, seguida por Santa Gertrudes (7,94), Mauá (18,35), Salvador (19,50) e Limeira (22,77). Para se ter uma ideia, essa taxa chega a 3.164 internações a cada 100 mil habitantes no grupo de cidades que ainda dão seus primeiros passos para a universalização do sistema.

 

A BRK Ambiental informa que o abastecimento de água e os serviços de esgoto em suas operações não sofreram, até o momento, impacto em razão do bloqueio de rodovias que afeta o País. No entanto, por conta da escassez de combustíveis, as equipes de manutenção da concessionária estão priorizando a execução de serviços emergenciais e evitando a circulação de veículos em atividades não urgentes.

Ainda, como precaução diante do cenário crítico atual, a concessionária solicita que a população tome as medidas possíveis para economia de água. Os serviços de água e esgoto dependem de produtos transportados por caminhões e, apesar da existência de estoques, a imprevisibilidade sobre a retomada do sistema de transporte de cargas no país exige cautela nos próximos dias.

A concessionária continua monitorando o andamento da greve e manterá a população informada sobre a prestação dos serviços. Em caso de dúvidas, entre em contato com a empresa pelo 0800 771 0001, site (brkambiental.com.br) ou redes sociais (facebook.com/brk.ambiental).

26/05/2018. A BRK Ambiental informa que o abastecimento de água e os serviços de esgoto em suas operações não sofreram impacto em razão do bloqueio de rodovias que afeta o País até o momento. Contudo, como precaução diante do cenário crítico atual, a empresa recomenda que a população tome as medidas possíveis para economia de água.

Os serviços de água e esgoto dependem de produtos transportados por caminhões.  Apesar da existência de estoques, a imprevisibilidade sobre a retomada do sistema de transporte de cargas no país exige atenção nos próximos dias.

Por conta da escassez de combustíveis e conscientes das dificuldades já enfrentadas por diversos setores do País, nossas equipes de manutenção estão priorizando a execução de serviços emergenciais e reduzindo a circulação de veículos em atividades não urgentes.

A concessionária continua monitorando o andamento da greve e manterá a população informada sobre a prestação dos serviços. Em caso de dúvidas, entre em contato com a empresa pelo 0800 771 0001, aqui pelo site, ou redes sociais (facebook.com/brk.ambiental).

25/05/2018 - A BRK Ambiental informa que o abastecimento de água nas suas operações até o momento não sofreu impacto em razão do bloqueio de rodovias que afeta o País. Contudo, a empresa recomenda que a população evite o desperdício de água, em especial nesse final de semana, e mantenha os hábitos de consumo consciente como medida de precaução que neste momento de instabilidade se faz necessária.

Por conta da escassez de combustíveis, e consciente das dificuldades já enfrentadas por diversos setores do País, desde ontem nossas equipes de manutenção têm priorizado a execução de serviços emergenciais e reduzido a circulação de veículos em atividades não urgentes.

A concessionária continua acompanhando o andamento da greve no País e manterá a população informada sobre a prestação dos serviços. Em caso de dúvidas, entre em contato com a empresa pelo 0800 771 0001, site (brkambiental.com.br) ou redes sociais (facebook.com/brk.ambiental).

Levantamento reuniu 231 municípios do País e levou em conta o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, coleta de lixo e destinação de resíduos sólidos

 

Limeira (SP), 6 de fevereiro de 2018 – Ranking inédito elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) aponta que Limeira está entre as cidades com os melhores índices de Saneamento Básico do País. O levantamento analisou os dados de 231 municípios com mais de 100 mil habitantes, de toda as regiões. Limeira ficou entre as 14 cidades de melhor pontuação, que representam 6% dos municípios avaliados, com média de 494,04 pontos num total de 500.

"Limeira se transformou em uma referência para as cidades brasileiras que desejam avançar na área de Saneamento Básico. É um orgulho para todos nós que esse reconhecimento venha de uma associação importante como a ABES, que reúne cerca de 10 mil profissionais do setor", afirma Rodrigo Leitão, gerente de operações da BRK Ambiental, concessionária responsável pela gestão e operação dos serviços de água e esgoto no município.

Limeira foi o primeiro município do país a fazer uma concessão do serviço de Saneamento Básico à iniciativa privada, em 1995, quando apenas 2% do esgoto coletado na cidade era tratado. O cenário mudou bastante ao longo das últimas duas décadas. Hoje, Limeira conta com 100% de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto na área urbana do Município, sob administração da concessionária dos serviços públicos.

O ranking elaborado pela ABES levou em conta fatores como abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto, coleta de lixo e destinação adequada de resíduos sólidos. Os municípios foram agrupados em três categorias: rumo à universalização, onde Limeira aparece, além de cidades que têm compromisso com a universalização e as que estão ainda nos primeiros passos para a universalização.

Saúde e Saneamento Básico

Com base em dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o ranking da Abes também chama a atenção para a relação entre Saúde e Saneamento Básico. Segundo o documento, 88% das mortes por diarreia no mundo são atribuídas à má qualidade da água, saneamento inadequado e falta de higiene. Segundo o documento, a diarreia é a segunda maior causa de mortes em crianças menores de 5 anos de idade.

A ABES utilizou dados do Ministério da Saúde para verificar o número de internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAI) entre os 231 municípios. O estudo constatou que os municípios melhor posicionados no ranking apresentaram menores taxas de internações. Nesse caso, Limeira aparece com 18,55 internações para cada 100 mil habitantes, abaixo da média atingida pelo grupo dos 14 municípios mais bem posicionados no ranking, que ficou em 19,79.

Investimentos

O atual ciclo de investimentos da BRK Ambiental prevê melhorias no sistema de abastecimento de água de Limeira com a ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Água (ETA) e construção de novos reservatórios e adutoras, com o objetivo de atender ao crescimento do município. Na área de esgoto, os investimentos se referem à ampliação e melhoria da eficiência da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Tatu e a implantação de processo de secagem térmica do lodo.

Todo o pacote de investimentos é acordado e acompanhado pela Prefeitura, e está de acordo com o plano diretor de água e esgoto do município.

Simpósio promovido em São Paulo apresentou a cidade capixaba como modelo de sucesso no avanço dos serviços de água e esgoto

A excelência dos serviços de saneamento básico em Cachoeiro de Itapemirim (ES) foi mais uma vez reconhecida por uma das entidades mais importantes do setor no país, o Instituto Trata Brasil. No seminário “Exemplos em Saneamento Básico – Municípios provam ser possível universalizar serviços e reduzir perdas de água, promovido na última terça-feira, dia 17 de outubro, em São Paulo, Cachoeiro foi uma das cidades apresentadas como referência na universalização dos serviços de água e esgoto.

O reconhecimento do Trata Brasil rendeu ao município um troféu que foi entregue durante o seminário ao diretor da BRK Ambiental, Bruno Ravaglia. “É importante que experiências e modelos bem-sucedidos sejam compartilhados. O Brasil tem um desafio enorme no saneamento e Cachoeiro é um exemplo de cidade que apostou em uma modelo pioneiro e os resultados estão aí para comprovar o acerto dessa escolha”, destacou.

Atualmente, 98,06% do esgoto de Cachoeiro de Itapemirim são coletados, e destes 98,15% são tratados, o que corresponde a cerca de 21 milhões de litros de esgoto tratados diariamente, evitando a poluição do Rio Itapemirim e de córregos. No Brasil, mais de 100 milhões de pessoas ainda não contam com esse serviço. Com quase 212 mil habitantes, Cachoeiro está no seleto grupo de cidades brasileiras que já conseguiram enfrentar e resolver o problema.

Como Cachoeiro chegou lá

Além do reconhecimento das cidades, uma das propostas do seminário foi a de compartilhar experiências que pudessem servir de inspiração para outras cidades. Em qualquer município, a universalização é um processo que envolve muito planejamento e grandes investimentos. Em Cachoeiro não foi diferente. A cidade foi uma das primeiras no Brasil a recorrer à iniciativa privada para garantir o avanço dos serviços.

A concessão ocorreu em 1998, quando menos de 5% das casas eram atendidas com serviço de tratamento de esgoto. Desde então, a BRK Ambiental investiu mais de R$ 210 milhões, que garantiram a expansão dos serviços e um índice de atendimento que levou a cidade ao patamar de modelo para o Espírito Santo e para o Brasil.

Entre as obras mais recentes de destaques, estão a construção de 10 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e mais de 60 quilômetros de redes coletoras. As obras beneficiaram 23 regiões. Dentre os distritos e áreas de expansão urbana beneficiados, estão: Aeroporto, IBC, Monte Cristo, Alto Vila Rica, Gironda, Campo Leopoldina, Alto União, Village da Luz, São Luiz Gonzaga, Alto Independência, Soturno, Conduru, Coutinho, São Vicente, Coramara, Monte Cristo entre outros.

O abastecimento de água de Cachoeiro tem também exemplos a compartilhar com outras cidades do Brasil. No início da concessão, eram captados do Rio Itapemirim para tratamento e abastecimento da população 522 litros de água por segundo. Atualmente, mesmo com o crescimento populacional, são captados 430 litros por segundo. Isso se deve aos investimentos e adequações realizados pela concessionária, que possibilitaram o aumento de 40% da resevação de água. Hoje, são 45 reservatórios em operação, monitorados pelo Centro de Controle Operacional (CCO), em tempo real. Esses reservatórios contam com 20 milhões de água tratada para consumo humano.

Esgoto Tratado, pouca água desperdiçada

Além do avanço dos serviços de esgoto, Cachoeiro é exemplo de combate ao desperdício de água. No Brasil, quase 40% da água captada para ser distribuída à população é perdida, seja com vazamentos, roubos ou ligações clandestinas. O índice de perdas em Cachoeiro de Itapemirim quando a BRK Ambiental assumiu os serviços, em 1998, era de 56%. Depois de uma série de investimentos, o município alcançou a marca de 13% de perda com (vazamentos), estando entre os melhores índices do Brasil.

O município é também exemplo quando o assunto é consumo consciente. Antes da concessão dos serviços, cada cachoeirense consumia, em média, 173 litros de água por dia. Desde então, a BRK Ambiental vem promovendo uma série de ações e campanhas educativas que contribuíram para uma redução considerável no consumo per capta de água. Hoje, cada morador usa cerca de 118 litros, índice que está entre os mais baixos do Espírito Santo.

O controle de perdas, associado ao consumo consciente, garantiu mais segurança hídrica a Cachoeiro, cidade situada em um Estado onde diversas regiões enfrentam problemas crônicos no abastecimento, desafio potencializado nos períodos de estiagem. “A universalização é o grande objetivo, mas os desafios continuam. A cidade cresce, se desenvolve, e o saneamento precisa acompanhar esse movimento.  Vindo do Trata Brasil, uma das instituições mais compromissadas com a universalização dos serviços de saneamento no país, esse reconhecimento certamente tem uma importância ainda maior e nos estimula a continuar avançando”, finalizou Ravaglia.

O novo serviço é mais uma iniciativa da concessionária para trazer mais facilidade para os clientes 

A BRK Ambiental inova mais uma vez na prestação de serviços digitais. Agora, entre uma curtida e outra, os clientes que acessam o Facebook e seguem o Twitter da empresa podem também gerar a 2ª via das faturas de água e esgoto. A facilidade se estende ainda para o SMS, o sistema de mensagem dos celulares. 

O processo é fácil e prático: basta utilizar a hashtag #2viabrk e seguir os passos indicados automaticamente pelas plataformas. A única informação que precisa ser preenchida é o número do CPF do titular da conta para que o sistema identifique a fatura que está em aberto. A partir daí é gerado o código de barras da fatura e também um link, caso o cliente prefira imprimir a conta. O serviço é totalmente gratuito. 

Facebook, Twitter e SMS: como usar 

No Facebook, a hashtag #2viabrk deve ser enviada como mensagem privada. Acessando o perfil da BRK Ambiental na rede social, basta clicar no botão “mensagem” e escrever #2viabrk no início da conversa e seguir as instruções. 

No Twitter, é preciso seguir a página da BRK Ambiental e tuitar #2viabrk. A partir daí os clientes recebem as instruções via Direct Message. 

Como SMS, o processo é igualmente simples. O cliente envia a mensagem #2viabrk para o número 29029 e a interação é feita através de troca de mensagens, sem qualquer custo.  

Importante: o cliente precisa ter o CPF cadastrado na BRK Ambiental para ser identificado pelo serviço.

 Aplicativo 

A BRK Ambiental tem investido nas plataformas digitais para trazer mais agilidade e facilidades para os seus clientes. Um exemplo é o novo aplicativo da concessionária, disponível gratuitamente para celulares que usam sistema operacional Android e IOS. Com o APP também é possível gerar a segunda via das faturas, checar se as contas estão em dia,  além de outras facilidades, como a ferramenta Leitura Fácil, que permite o acompanhamento do consumo do cliente ao longo do mês. É possível ainda entrar em contato com a empresa para notificar problemas, como vazamentos, falta de água e enviar uma foto do local com o endereço identificado pelo sistema de mapas do próprio aparelho.

Município investiu mais de R$ 87,1 milhões nos últimos seis anos

 No ranking das cidades com maior crescimento em saneamento, Uruguaiana aparece entre as três que mais investiram recursos no setor. Depois da capital do Estado, o município se destaca pela aplicação de recursos na ordem de R$ 87,1 milhões. Caxias do Sul aparece logo após, em terceira posição.

Já os municípios vizinhos só surgem várias posições abaixo. Alegrete está em 23° lugar com R$ 7,9 milhões investidos em esgoto. São Borja, em 25º posição, despendeu pouco mais de R$ 6,8 milhões e em 27º, Santa Maria, com R$ 6,5 milhões. Itaqui e Barra do Quaraí, nos últimos seis anos, não realizaram investimentos, de acordo com dados do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (SNIS).

Novos postos de trabalho, redução do esgoto a céu aberto nas ruas e preservação do Rio Uruguai – o principal cartão postal da cidade – são alguns dos benefícios. Desde 2011, a BRK Ambiental, concessionária de água e esgoto, implantou diversos quilômetros de redes coletoras, construiu estações elevatórias de esgoto, fez melhorias operacionais e uma série de ações educativas para capacitar a população sobre os benefícios do saneamento.

Das 497 cidades do Estado, apenas 155 investem em saneamento. Os avanços lentos no setor retratam a realidade do resto do país. A falta de investimentos em coleta e tratamento de esgotos impacta diretamente na saúde da população. Segundo o Instituto Trata Brasil, só em 2015, o custo com horas não trabalhadas alcançou R$ 872 milhões no Brasil todo. Afastamentos gerados exclusivamente por doenças gastrointestinais.

“Esse resultado, além de ser motivo de orgulho, coloca Uruguaiana em destaque no resto do Rio Grande do Sul. O saneamento promove avanços não só na saúde, mas em setores como trabalho, educação, turismo, educação e cidadania. Nenhum incômodo com obras pode ser comparado aos benefícios gerados por esse desenvolvimento”, destaca Herbert Dantas, responsável pela BRK Ambiental em Uruguaiana.

65 milhões de litros de esgoto deixarão de ser despejados na Baía de Guanabara diariamente

A Foz Águas 5 e a Prefeitura do Rio entregam para a população carioca um legado ambiental dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Nesta quinta-feira (26/05) será inaugurada a Nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Zona Oeste para tratar efluentes dos bairros de Bangu, Deodoro, Realengo, Padre Miguel, Magalhães Bastos, Jardim Sulacap e Vila Militar. Com capacidade de atendimento a 430 mil pessoas, a estação, localizada em Deodoro, é a maior dentro da concessão de saneamento da Área de Planejamento 5 (AP5), que abrange 21 bairros, o que corresponde a 48% do território municipal. A partir de novembro, quando atingir sua capacidade plena de trabalho, 65 milhões de litros de esgoto deixarão de ser despejados diariamente na Baía de Guanabara -  equivalente ao esgoto coletado e tratado na cidade de Niterói. Com a entrega, 100% da região da Bacia do Rio Marangá - a mais populosa da Zona Oeste – terá a cobertura do tratamento.

Com o início da operação, imediatamente 230 mil pessoas passam a ser atendidas e 35 milhões de litros de esgoto deixam de ser despejados diariamente na Baía de Guanabara. Isto equivale 1.450 caixas d'água por hora de efluente tratado. No inicio da gestão, quando a Foz Águas 5 assumiu a prestação do serviço de saneamento da região, a cobertura em toda a AP5 se limitava a 5% da população local. Em 2015 este índice superou os 21% e, com o início do funcionamento da ETE, atingirá 31%.

A Nova ETE em Deodoro é parte da primeira fase de investimentos da concessionaria Foz Águas 5 no projeto de saneamento da AP5. Com ela, estão sendo entregues também 200 km de novas redes, 11 Estações Elevatórias de Esgoto e 25 mil novas ligações domiciliares, com investimentos de R$ 640 milhões.

Ainda serão construídos mais 113 km de redes e 17 mil ligações para o atendimento da meta contratual do quinto ano (2017) da concessão, que será cumprida com antecedência, em novembro de 2016. Ao final desta fase, serão 313 km de redes construídas e 18 elevatórias, mais de 40 mil novas ligações domiciliares, além de outras 18 Estações operando em toda a AP5, das quais sete foram reativadas pela concessionária e outras que passaram por reforma ou ampliações.

A antiga ETE Deodoro atendia 20 mil pessoas até 2012, quando a concessionária iniciou a sua reforma e passou a operá-la, tratando os esgotos domésticos de 44 mil pessoas. A adoção da tecnologia holandesa Nereda, na nova Estação, que reduz o tempo do processo mantendo sua eficácia, amplia em 10 vezes a capacidade da planta original, passando a atender 430 mil pessoas.

Saneamento da AP5

A Área de Planejamento 5 abrange os bairros de Bangu, Barra de Guaratiba, Campo Grande, Campo dos Afonsos, Cosmos, Deodoro, Gericinó, Guaratiba, Inhoaíba, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Paciência, Padre Miguel, Pedra de Guaratiba, Realengo, Santa Cruz, Santíssimo, Senador Camará, Senador Vasconcelos, Sepetiba e Vila Militar. Um território correspondente à metade da área da cidade do Rio de Janeiro e que concentra cerca de 30% da sua população. Se fosse uma cidade, a AP5 seria a oitava mais populosa do Brasil, à frente de Manaus, Recife e Porto Alegre.

Estas características fizeram do modelo da AP5, que tem investimentos na ordem de 2,4 bilhões, a maior concessão em saneamento básico no país. Em 2027 a cobertura chegará a 80% e, em 2037, a 90%.  Ao todo serão instalados cerca de 2.000 km de rede coletora e interceptores.

Além de ser a área de maior crescimento populacional projetado (1,77% ao ano até 2020) da cidade, a Zona Oeste do Rio de Janeiro é uma das regiões que mais sofre com a falta de saneamento. Além de combater as doenças causadas por esta carência, o projeto gerou cerca de três mil postos de trabalho diretos e indiretos, sendo que aproximadamente 80% dos empregados são moradores da AP5. 

Sobre a Foz Águas 5   

A Foz Águas 5 é desde maio de 2012 a concessionária contratada pela Prefeitura do Rio para realizar os serviços de coleta e tratamento de esgoto da Área de Planejamento 5 (AP-5) do Rio de Janeiro. A região, equivalente a 48% do território do município, compreende 21 bairros da zona oeste da cidade, e reúne mais de 1,7 milhão de pessoas. Até o fim de 2016, cerca de 500 mil pessoas serão beneficiadas com acesso ao sistema público de esgotamento sanitário que a concessionária está implantando, incluindo a Nova Estação de Deodoro, que contribuirá  para que 65 milhões de litros de esgoto deixem de ser lançados in natura na Baia de Guanabara todos os dias.

Investimentos

Foram investidos aproximadamente R$120 milhões na construção desta Nova Estação de Tratamento de Esgotos. Ela é composta pelos seguintes equipamentos: 1) Estação Elevatória de Esgotos; 2) Pré Tratamento; 3) Elevatória Intermediária; 4) Tanque de Equalização; 5) Tanques de Tratamento Biológico; 6) Prédio dos Sopradores; 7) Tratamento de Lodos; 8) Subestação Blindada; 9) Duas Substações; 10) Central de Geração de Energia .

Tecnologia Nereda

A tecnologia Nereda, inédita no Brasil, consiste no tratamento de esgotos sanitários a partir da Biomassa Granular Aeróbia, ou seja, um tratamento biológico avançado. O lodo é produzido como parte do processo biológico de depuração do esgoto pelas bactérias. A tecnologia foi criada na Holanda, na  Universidade de Tecnologia de Delft, e desenvolvida ao longo de 20 anos a partir de uma parceria público-privada entre a Universidade, a Fundação Holandesa para a Investigação Aplicada na área das Águas (STOWA) e a empresa Royal HaskoningDHV.

A tecnologia já está presente em 10 Estações de Tratamento de Esgoto localizadas na Holanda, Portugal e África do Sul. Paralelamente, além do Brasil, plantas com a Tecnologia Nereda estão sendo desenvolvidas na Austrália, Reino Unido, Polônia, França, Alemanha, além de novas estações em Portugal e na África do Sul.

Vantagens da tecnologia Nereda

>  Elevada capacidade de tratamento de águas residuais (esgotos);

>  Ausência de aplicação de produtos químicos;

>  Efluente com uma excelente qualidade, podendo reduzir carbono, nitrogênio e  fósforo num único passo de tratamento;

>  Área de implantação reduzida (geralmente, representa 25% da área necessária para as estações de tratamento convencionais), pois não exige a instalação de tanques anaeróbios/anóxicos adicionais e decantadores secundários, entre outros fatores;

>  Operação simples, fazendo uso de um reduzido número de equipamentos mecânicos e/ou elétricos;

> Adaptável a projetos de esgotos domésticos, industriais ou mistos;

>  Solução atrativa para aplicação em novas instalações, instalações existentes com baixo desempenho e ampliação da capacidade de tratamento de sistemas de lodos ativados convencionais;

>  Eficiência comprovada em instalações híbridas, operando com o Nereda e Tecnologia Convencional de Tratamento em paralelo.

 

ASSESSORIAS DE IMPRENSA

Foz Águas 5

Michele Guma - (21) 99877-3550 | micheleguma@fozaguas5.com.br

A cidade Mauá atingiu em dezembro de 2015 o índice de 50% de esgoto tratado através de sua Estação de Tratamento de Esgoto (ETE – Mauá), localizada no bairro Capuava.

O aumento desse índice, que no inicio de operação da ETE – Mauá, ocorrido em maio de 2015, era de 5%, foi possível após a realização de investimentos para interligação das redes públicas coletoras de esgoto aos Coletores tronco, implantados em todas sub-bacias que margeiam os principais córregos do município.

Com a conclusão das interligações cerca de 184 mil habitantes que sofriam com o despejo do esgoto das suas residências diretamente nos cursos d´água causando mau cheiro, proliferação de ratos e baratas, desvalorização de seus imóveis e riscos de contaminação, foram beneficiados com a correta destinação e tratamento de seus efluentes.

Além do beneficio com a eliminação desses fatores que prejudicavam o bem-estar e a qualidade de vida dos moradores, o trabalho de interligação e aumento do índice de tratamento de esgoto traz um grande ganho ambiental para a cidade. A interligação das redes asseguram a coleta e o afastamento dos esgotos até a ETE – Mauá onde o efluente recebe o tratamento adequado, contribuindo com a recuperação dos córregos do município, bem como do Rio Tamanduateí, que nasce em Mauá.

Ao longo do ano de 2016 o índice de tratamento de esgoto continuará a crescer gradativamente na cidade até atingir a meta de 100% de tratamento para todo o esgoto coletado na cidade. Hoje 90% da população urbana dispõem de coleta e afastamento de esgoto em Mauá.

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