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Nova pesquisa do IBGE reforça relação entre saúde e saneamento básico

12 de Outubro de 2018

Um a cada três municípios relata ocorrência de epidemias ou endemias provocadas pela falta de saneamento básico

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados coletados pela Pesquisa de Informações Básicas Municipais - Munic, que nesta edição abordou os principais aspectos da gestão do saneamento básico nas 5.570 cidades do País. Segundo o levantamento, apenas 41,5% dos municípios brasileiros dispunham de um Plano Nacional de Saneamento Básico em 2017, e 38,2% tinham uma Política Municipal de Saneamento Básico. 

O resultado da falta de planejamento se reflete na saúde: um em cada três municípios relata a ocorrência de epidemias ou endemias provocadas pela falta de saneamento básico.  Segundo o IBGE, a doença mais citada pelas prefeituras foi a dengue. Em 2017, 1501 municípios (26,9% do total) reportaram ocorrência de endemias ou epidemias de dengue.

Outras doenças com grande incidência, provocadas pela falta de saneamento, foram a diarreia (23,1%) e verminoses (17,2%). Esse dado vai ao encontro de outros estudos do setor. Segundo o Instituto Trata Brasil, cada R$ 1 investido em Saneamento gera uma economia de R$ 4 com gastos na área da saúde no Brasil.

Embora a situação ainda esteja longe do ideal, o estudo do IBGE mostrou alguns avanços no setor. Em 2011, apenas 10,9% das cidades brasileiras tinham Plano Municipal de Saneamento Básico contra os 41,5% atuais. As cidades da região Sul do País foram as que mais avançaram na elaboração dos planos municipais, saindo de 13,5% em 2011 para 72,9% em 2017 – o Nordeste tem o mais baixo, com 15,7%. 

Os estados que mais se destacaram foram Santa Catarina, onde 87,1% dos municípios tem planos de saneamento básico, e Rio Grande do Sul (75,5%). As menores ocorrências foram registradas na Paraíba (13%), Pernambuco (14,1%) e Bahia (14,6%). O estudo aponta que a situação no Tocantins foi a que mais avançou, pois apenas cinco dos 139 municípios do Estado dispunham de planos em 2011 contra 62 em 2017. Em Tocantins a BRK Ambiental é responsável pelos serviços de água e esgoto em 42 cidades. 

Pensando na saúde da população e com o propósito de transformar a vida dos mais de 15 milhões de clientes através do saneamento, A BRK Ambiental, maior empresa privada de saneamento básico do Brasil, é um exemplo de como o planejamento faz a diferença na execução de projetos.

Presente em mais de 180 municípios brasileiros, a empresa vai investir R$ 7 bilhões nos próximos 5 anos, contribuindo assim para a universalização dos serviços de água e esgoto do país. Cidades como Limeira, Cachoeiro de Itapemirim e Palmas, que são atendidas pela empresa e estão no topo do ranking de saneamento, são exemplos de como a BRK Ambiental está contribuindo para transformar a realidade dos municípios brasileiros.

 

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