Tratamento de Esgoto

 

Quando o contrato de concessão da BRK Ambiental teve início, em 1995, Limeira contava com 78% de esgoto coletado e volume de tratamento de apenas 2%. 

Hoje, 100% da população que vive na área urbana da cidade é atendida com os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto doméstico. Uma conquista muito importante, que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças.

Como parte do nosso compromisso com a sustentabilidade, nossa atuação em Limeira engloba também o desenvolvimento de ações para a melhoria da qualidade dos rios e córregos de zona urbana, o que inclui o trabalho de despoluição de 99% dos cursos de água que cortam o município. 

Além disso, nos últimos três anos a BRK Ambiental realizou o plantio de 60 mil mudas de árvores nativas. O objetivo foi promover e proporcionar a revitalização e a preservação da Bacia do Ribeirão Pinhal, possibilitando maior produção hídrica nesta importante região de manancial de abastecimento de Limeira. 

Estação Elevatória de Água Bruta Jaguari em Limeira - SP

 

Estações de Tratamento de Esgoto

A BRK Ambiental em Limeira conta com quatro estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Saiba mais sobre o funcionamento de cada uma delas.

 

02 ETE agua da serra

Em operação desde 2010, é a mais moderna e equipada estação de Limeira. A ETE Água da Serra atua nos níveis de tratamento de esgoto primário, secundário e terciário.

 

Níveis de tratamento

 

Primário

O tratamento primário faz a remoção de sólidos grosseiros, areia e gordura por meio da passagem do efluente em grade e desarenador e posterior decantação, com a separação dos demais sólidos, digestão e secagem do lodo. 

 

Secundário

Tratamento biológico do esgoto, com a remoção de matéria orgânica dissolvida por meio de reações bioquímicas realizadas por microrganismos como bactérias e fungos.

 

Terciário

Remoção de compostos específicos não biodegradáveis e outros compostos que possam ser tóxicos com a utilização de radiação ultravioleta. 

 

 

Ativo 66

Maior estação de tratamento de esgoto de Limeira,  a ETE Tatu está passando por um processo de ampliação. Os trabalhos consistem na modernização da ETE para que o sistema de tratamento do efluente seja terciário, considerado o mais eficiente que existe. Hoje, a estação opera com o processo primário de tratamento, e a meta é aumentar a eficiência da remoção de carga poluente para 95%. 

tecnologia a ser utilizada será a holandesa Nereda®. As obras do sistema biológico da estação estão concluídas. Já estão em andamento as reformas do tratamento preliminar, do sistema de desaguamento de lodo e da implantação do tratamento físico-químico, também chamado de floculação. As montagens hidromecânicas, de instalação elétrica e de automação também estão em curso e serão as próximas etapas a serem concluídas.

Em termos de volume, será o maior tratamento terciário da região. Serão tratados 600 litros por segundo de esgoto na ETE Tatu. Com isso, o Ribeirão Tatu será beneficiado, pois passará a receber um efluente com tratamento superior e com menor impacto para o meio ambiente. A previsão é que a obra inicie a fase de comissionamento em janeiro de 2020. O valor do investimento por parte da BRK Ambiental totalizará R$ 94 milhões.

 

Ativo 67

A ETE Graminha opera por meio de lagoas de estabilização. O esgoto é conduzido para a lagoa, onde tem sua matéria orgânica estabilizada por meio da adição de compostos químicos e a ação de bactérias que realizam a oxidação dos resíduos. Após o processo o efluente é lançado de volta na natureza. 

Em 2019, a BRK Ambiental iniciou o processo de desativação da ETE Graminha e de reversão dos esgotos desta bacia para a ETE Águas da Serra, por meio de uma estação elevatória, a EEE Graminha. Já foram feitas a implantação e instalação de cinco quilômetros de emissários para reversão de todos os esgotos coletados na Bacia do Ribeirão Graminha, direcionando-os para a ETE Água da Serra, onde serão tratados.

Com investimento de R$ 12 milhões, a intervenção deverá minimizar de forma significativa a interferência da unidade em seu entorno, onde já existe um adensamento residencial bastante elevado. Esta ETE entrou em operação na década de 80, antes do início da ocupação residencial nas áreas vizinhas, e a desativação dessa unidade tem o objetivo de resolver em definitivo essa questão. 
 

 

Ativo 68

Assim como a ETE Graminha, a estação de tratamento Lopes também utiliza lagoas de estabilização para realizar a oxidação da matéria orgânica presente no esgoto e tratá-lo para retorno ao meio ambiente. 

 

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