Tratamento de Esgoto

 

Quando o contrato de concessão da BRK Ambiental teve início, em 2012, Macaé contava com 28% de esgoto coletado, que era despejada na natureza sem passar por qualquer tipo de tratamento.

A meta é universalizar os serviços de esgoto até 2021. Com isso, o município dará um passo importante para o avanço da saúde pública, a preservação ambiental e a qualidade de vida dos moradores.

Estações de Tratamento de Esgoto

A BRK Ambiental em Macaé conta com quatro estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Todas as ETEs do sistema de esgotamento sanitário serão dotadas de uma tecnologia a nível terciário, a mais moderna prática de eliminação de carga orgânica e patógenos.

Esse nível proporciona um tratamento biológico aos resíduos sem utilizar agentes químicos, o que gera um efluente livre de poluentes e que colabora para a recuperação dos manaciais. Saiba mais sobre o funcionamento de cada uma delas.

 

 

01 ETE Mutum

A estação pertence ao subsistema Mutum, que foi o primeiro a ter toda a infraestrutura de esgotamento sanitário concluída na cidade.

Seu sistema é composto por 26 quilômetros de novas redes coletoras, 23 Estações Elevatórias (casas de bombas para impulsionar o esgoto, onde não há gravidade) e uma ETE com capacidade para tratar 40 litros por segundo de esgoto, que atua nos níveis de tratamento de esgoto primário, secundário e terciário.

Além dos dois módulos de 20 litros por segundo de vazão cada, as novas instalações que foram reformadas e ampliadas pela BRK Ambiental contam com uma Central de Controle, que monitora 24 horas por dia as estações elevatórias interligadas ao sistema.

 

Níveis de tratamento

 

Primário

O tratamento primário faz a remoção de sólidos grosseiros, areia e gordura por meio da passagem do efluente em grade e desarenador e posterior decantação, com a separação dos demais sólidos, digestão e secagem do lodo. 

Secundário

Tratamento biológico do esgoto, com remoção de matéria orgânica dissolvida por meio de reações bioquímicas realizadas por microrganismos como bactérias anaeróbicas e aeróbicas.

Terciário

Remoção de compostos específicos não biodegradáveis e outros compostos que possam ser tóxicos com a utilização de radiação ultravioleta, garantindo eficiência de até 98% do resultado final do tratamento. Essa etapa é a prática mais segura para o controle de agentes transmissores de doenças infecciosas, além de ser precedida por uma filtração terciária, que irá garantir a eficiência desta desinfecção.

 

O efluente tratado é lançado na Lagoa de Imboassica dentro dos padrões exigidos pela legislação, contribuindo para a despoluição de um dos cartões de visita da cidade. Assim, garantimos mais qualidade de vida para a população, preservação ambiental e desenvolvimento sustentável.


 

ETE Centro

Esse subsistema conta atualmente com 40 quilômetros de rede coletora, 12 quilômetros de linha de recalque e 49 estações elevatórias. A estrutura atende aproximadamente 40 mil pessoas e é capaz de tratar até 100 litros por segundo.

Ao final da terceira e última etapa, com a construção de 185 quilômetros de redes de esgoto, que incluem rede coletora, coletor tronco, linha de recalque e 88 Estações Elevatórias, sua capacidade de tratamento será ampliada para 300 litros por segundo, beneficiando 120 mil pessoas.

A ETE Centro tem a mesma tecnologia da ETE Mutum, o tratamento terciário, que é responsável pela significativa redução do fósforo e do nitrogênio contidos no esgoto.

Isso possibilita que o efluente seja devolvido à natureza mais límpido e livre dos elementos causadores da eutrofização, ou seja, o crescimento excessivo de plantas aquáticas em níveis que afetam a utilização normal e desejável da água.

 

ETE Aeroporto

Seguindo o cronograma de metas, a última etapa é a construção do sistema de coleta e tratamento de esgoto do subsistema Aeroporto.

A ETE Aeroporto será dotada de uma capacidade de tratamento de 300 litros por segundo e o processo de tratamento será similar ao das ETEs Mutum e Centro.

 

ETE Lagomar

A ETE Lagomar terá o tratamento secundário com processo de lodo ativado por aeração prolongada, podendo atingir uma eficiência de 70% de remoção da matéria orgânica.

Nesse caso, a remoção de matéria orgânica é dissolvida por meio de reações bioquímicas realizadas por microrganismos como bactérias e fungos.

 

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