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Trabalho da BRK Ambiental evita que 184 milhões de litros de esgoto sejam despejados no Ribeirão Claro, em Santa Gertrud

24 de Março de 2020

Resultado é possível devido à universalização do sistema de esgotamento sanitário na cidade

Concessionária destaca a importância da boa utilização do sistema de esgoto para diminuir os riscos de contaminação pelo coronavirus.

Somente nos meses de janeiro e fevereiro de 2020, 184 milhões de litros de esgoto sem tratamento deixaram de ser despejados no Ribeirão Claro, em Santa Gertrudes. Isso só foi possível devido a universalização do tratamento de esgoto sanitário do município, que ocorreu em 2013 e que impede, desde então, que efluentes sem o devido tratamento, sejam descartados nos rios da cidade. Esse trabalho é realizado pela BRK Ambiental, concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto em Santa Gertrudes. 

Santa Gertrude já tem 100% do esgoto coletado e tratado, trabalho que ocorre atualmente em Estações de Tratamento de Esgoto. Só entre os dois primeiros meses do ano já foi possível evitar que 73 piscinas olímpicas de esgoto fossem despejadas no Ribeirão Claro, revitalizando as Bacias Hidrográficas do Rio Corumbataí e do Rio Piracicaba.

O resultado obtido na cidade é bem diferente do resto do país. É o que mostra o Esgotômetro do Instituto Trata Brasil, que desde o dia 1º de janeiro de 2020, acompanha a quantidade de esgoto sem tratamento despejados na natureza. Até o momento, dia 24 de março, mais de 476 mil piscinas olímpicas de esgoto foram despejadas na natureza. Por dia, são 5.715, segundo a ferramenta. 

Segundo o Ranking do Saneamento – 2020, estudo produzido pelo Instituto Trata Brasil, 100 milhões de brasileiros (46,85%) não contam com o serviço de coleta de esgoto e, portanto, também não tem o tratamento do esgoto.

“O tratamento de esgoto universalizado é um privilégio do município de Santa Gertrudes e fruto dos investimentos realizados pela concessionária. Essa é uma conquista muito importante e que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Santa Gertrudes.

No total, desde o início da concessão, já foram investidos R$ 10,7 milhões em obras de esgoto. Para esse ano estão previstos cerca de R$ 920 mil.  

Coronavírus 
A concessionária destaca que as redes de esgoto não foram projetadas para transportar lixo e que a má utilização pode causar transtornos a todos. Por isso, a empresa reforça que é fundamental não jogar restos de comida e lixo nas redes de esgoto. Além disso, lembra que o acúmulo de fios de cabelo e óleo de cozinha estão entre os principais responsáveis pelo entupimento das redes públicas de esgoto, portanto, é preciso dar a eles o destino adequado.

Cuidados como esses ajudam a reduzir a necessidade de manutenções, com eventuais paralisações do fornecimento dos serviços. E, consequentemente, diminuem a circulação das equipes de trabalho nas ruas, contribuindo para a preservação da saúde de todos.
 

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